2h de duração

13 videoaulas

Descrição do Curso

Estude no seu tempo e de onde quiser!

Curso Completo do Português Lógico online permite que você aprenda sem sair de casa, onde você estiver e quando quiser. Idealizado para premiar quem, pensando em se preparar muito bem a qualquer concurso e à vida, almeja ver a Língua Portuguesa no seu todo, levou-se em consideração também a possibilidade de otimização do tempo e a praticidade no estudo.

O professor

Didática perfeita, humor invejável e conhecimento pleno fazem do professor Ironi Andrade o profissional mais requisitado de todo o país!

Com mais de 45 anos de profissão, ele tem experiência de sobra na elaboração de provas a concursos públicos e a vestibulares, em treinamentos a órgãos públicos e a empresas privadas, em preparatórios a concursos e em cursos pré-vestibulares.

A quem se destina o Curso Completo do Português Lógico?

A vestibulandos e enenzeiros

Todos que se preparam ao ENEM e a vestibulares e sabem da importância do idioma na avaliação final encontrarão em nosso método seu “porto seguro”.

A concurseiros

Há muito tempo a conquista da tranquilidade que um bom cargo público garante passa pela boa preparação que oferecemos.

Profissionais

Profissionais das mais variadas áreas de atividades humanas – magistrados, representantes do MP, procuradores, executivos, professores, palestrantes, estudantes de todos os níveis, cidadãos simplesmente amantes do idioma –, enfim, todos aqueles que prezam o falar e o escrever bem socorrem-se nos conhecimentos e na perfeição didática do professor Ironi Andrade.

Aula Grátis

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Depoimentos

Diferençais

O que você vai aprender?

Nesta aula, além do fechamento da primeira e da segunda partes da gramática – fonética e morfologia, respectivamente –, você entrará em contato com o maravilhoso mundo da sintaxe, terceira e última parte do conteúdo gramatical da Língua Portuguesa.

Ora, com a sintaxe, chega a hora da grande colheita. A partir desta aula, com ideias claras acerca da parte sonora do idioma, fonética, e da estruturação, da formação e da classificação dos vocábulos, morfologia, colheremos o que plantamos!

O conteúdo sintático inicia-se pela regência verbal, isto é, pelo estudo das exigências do verbo. Quase tão necessário quanto o domínio das classes gramaticais, o conhecimento regencial abre um leque para todos os demais assuntos do idioma pátrio. Logo, dominá-lo bem será fundamental.

Veremos, primeiramente, os tipos de verbo, considerando suas exigências, isto é, levando em conta a regência de cada um deles. Com isso, teremos contato com verbos intransitivos – aqueles que não exigem complemento –, com verbos transitivos – aqueles que exigem complemento – e com verbos de ligação – aqueles que, desprovidos de significação, exercem uma função na frase: ligar um predicativo ao sujeito da oração.

Depois disso, e especificando melhor, dividiremos os verbos transitivos em diretos – aqueles que, de significação incompleta, exigem complemento desprovido de preposição – os verbos transitivos indiretos – aqueles que, de significação incompleta, exigem complemento acompanhado de preposição – e os verbos transitivos diretos e indiretos – aqueles que, de significação incompleta, exigem dois complementos, um sem e outro com preposição.

Pois bem, com esta espetacularíssima aula, abriremos frente para a compreensão da crase, da análise sintática (interna e externa), da concordância verbal, das vozes verbais e da pontuação.

Assim sendo, assista a este vídeo várias vezes, invista muito esforço no estudo e na realização dos exercícios da apostila, que tudo valerá a pena. Aliás, e como bem disse Fernando Pessoa: “Tudo vela a pena se a alma não é pequena”!

Bom proveito!

O terceiro módulo do Curso Completo do Português Lógico trata da Sintaxe, a terceira parte da gramática de Língua Portuguesa. Nele, que se inicia no sexto degrau de nossa maravilhosa Escada do Português Lógico, já vimos a Regência Verbal, isto é, já esmiuçamos os verbos intransitivos, transitivos (diretos, indiretos, diretos e indiretos) e de ligação.

A partir de agora, na segunda aula da sintaxe, veremos a Regência Nominal, isto é, trataremos das exigências do nome.

Ora, na morfologia – segundo módulo de nosso Curso Completo do Português Lógico – vimos que nome, em Língua Portuguesa, são o substantivo, o adjetivo e o advérbio.

Pois bem, como os verbos, os nomes também ora exigem, ora não exigem complemento. E, também como os verbos, ora eles são transitivos, ora eles são intransitivos.

Quando os nomes forem transitivos, isto é, exigirem complemento, eles terão de vir acompanhados de complemento nominal (contrariamente aos verbos que, nesses casos, virão acompanhados de complementos verbais: objeto direto e objeto indireto). Já, quando os nomes forem intransitivos, isto é, não exigirem complemento, eles poderão vir acompanhados de modificadores que, logo aí à frente, receberão o nome de adjuntos (adnominais ou adverbiais).

Portanto, e como se pode ver, o estudo da Regência Nominal não é menos importante que o estudo da Regência Verbal. Incompreensivelmente, porém, os livros didáticos e as gramáticas tradicionais abordam muito superficialmente o tema e, com isso, criam problemas terríveis na compreensão de outros assuntos sintáticos.

Você, a partir de agora, e avisado que está, deverá debruçar-se sobre este conteúdo com o mesmo afã com que se dedicou a todos os outros já vistos. Vá à apostila, leia-a com muita atenção e faça todos os exercícios propostos.

Crase é o assunto desta aula e, provando, mais uma vez, que o Português é sequencial, lógico e reflexivo, seu estudo implica aplicação direta de classes gramaticais e regência, verbal e nominal. Pois bem, não foi sem motivo, então, que estudamos, e insistimos tanto, naqueles dois assuntos, um da morfologia (classes) e outro já da sintaxe (regência).

Veremos nesta aula, primeiramente, que não sabemos sequer falar corretamente o Português. Afinal, e contrariamente àquilo que costumamos ler, falar e escrever, nunca se usa a crase, pois crase é sinônimo de fusão. E fundir duas ou mais coisas significa praticar uma ação. Não se usam ações

Quando ocorre o uso de a + a, em vez de escrevê-los repetidamente, devemos fundi-los e, fundindo-os, teremos de comunicar esse fato aos leitores. Mas como comunicar esse fato aos leitores, todos hão de pensar. Ora, essa comunicação será feita de forma fácil, fácil: usando o acento grave (`). Falemos, pois, em praticar a crase e usar o acento grave, indicativo dessa prática.

Depois dessas ponderações, o vídeo, apoiado amplamente pela apostila, mostrará que é fácil dominar o assunto. Bastará, para tanto, que consideremos uma regra geral e três casos especiais.

Na regra geral, primeiramente, veremos que, quando um vocábulo reger (exigir) a preposição a (obedecer a / referir-se a / contrariamente a / favorável a...) e, depois dela, houver uma ideia feminina, concordando com ela (singular ou plural), deveremos praticar a fusão (crase) e marcar sua prática, usando o acento grave

Depois disso, entraremos no exame dos três casos que, embora também representem fusão, requerem um tratamento especial.

Num deles – casos em que figuram nomes de localidades (vilas, bairros, cidades, municípios, estados, países, continentes) –, trataremos de ver se, além da existência de preposição (absolutamente indispensável!), existe também um artigo. Nessas situações, praticaremos a crase; noutras, não. 

Já, em outros deles – casos que envolvem horas –, veremos que a interpretação do contexto será obrigatória. Afinal, somente quando ele der a entender que o relógio marcava (ou marcará) exatamente determinado horário é que poderemos usar o acento (grave!) indicativo da prática da crase.

Por fim, examinaremos situações em que aparecem locuções prepositivas (a + substantivo + de), adverbiais (modificadoras de verbos) e conjuntivas (a + medida ou proporção + que). Nelas, se o conteúdo for de natureza feminina, usaremos o acento grave; do contrário, não.

Enfim, neste vídeo e na apostila, será dado ao assunto crase um tratamento didático-pedagógico que ele nunca recebeu até hoje.

Bom proveito!

Como certamente já se pôde constatar, o conteúdo de Língua Portuguesa é tão sequencial quanto organizado e lógico. Nele, destacam-se, primeiramente, as três partes da gramática: fonética, morfologia e sintaxe.

Dentro de cada uma dessas partes, depois, há também uma sequência lógica. Na fonética, por exemplo, os fonemas nos levaram às letras; as letras nos conduziram às sílabas; e as sílabas nos arrastaram aos vocábulos. Evidentemente que, dentro de cada um desses degraus da encantadora Escada do Português Lógico, também existe uma sequencialidade que necessariamente precisa ser (e foi!) seguida. 

Já, na morfologia – segunda parte do conteúdo gramatical – os vocábulos, já acentuados corretamente, foram dissecados em sua estrutura, em sua formação e em sua classificação, igualmente num processo sequencial e lógico.

Por fim, a terceira parte – sintaxe – foi aberta por onde deveria ser, pela regência – verbal e nominal. Com esse conteúdo sob domínio, foi possível vencer a etapa subsequente, a crase. Agora, num andar sereno como um lago, mas constante como o sol no firmamento, veremos a análise sintática interna, isto é, retomando as classes gramaticais e aplicando a regência, estudaremos cada uma das funções sintáticas: sujeito, predicado, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva, adjunto adverbial, adjunto adnominal, aposto, vocativo e predicativo.

Nesta aula, segmentando o assunto a fim de torna-lo didaticamente mais simples, claro e fácil, trincharemos o sujeito. Veremos, inicialmente, que, representado pelo substantivo ou pelo pronome, ele obedece a uma classificação muitíssimo interessante: simples ou composto, agente ou paciente, claro (expresso), ou oculto (subentendido, desinencial), ou indeterminado. Por fim, examinando uma anomalia que haverá de ser corrigida no futuro histórico do idioma, trataremos ainda da oração sem sujeito (sujeito inexistente na antiga nomenclatura).

Importantíssimo, porém, será entender o porquê desse estudo todo. Ora, provando que o conteúdo gramatical é sequencialmente lógico e que tudo quanto se estuda tem uma aplicação útil no futuro, o objetivo do domínio obrigatório do sujeito será sua aplicação prática e competente na compreensão da concordância verbal.

Senão, vejamos: a gramática, quando se refere à concordância verbal, é taxativa: o verbo concordará com o sujeito. Ora, por natural, por óbvio e por lógico, quem não tiver domínio absoluto do sujeito, não entenderá, logo aí à frente, esse outro conteúdo.

Bom proveito, então!

Nesta aula, continuando o estudo das funções essenciais da oração, e depois de já termos visto um deles (o sujeito), veremos o predicado.

Ora, sempre que examinamos uma oração, detectamos, nela, dois segmentos: um nominal, dentro do qual está o sujeito, e outro verbal, dentro do qual se situa o verbo. Pois bem, a esse segundo segmento nós damos o nome de predicado.

Entendido isso, partiremos para a classificação do predicado. Observaremos, então, que, de acordo com o tipo de verbo presente na oração, o predicado será verbal, nominal ou verbo-nominal.

No predicado verbal, interessantíssimo notar, estarão os verbos significativos, isto é, os verbos intransitivos, transitivos diretos, transitivos indiretos e transitivos diretos e indiretos (excluem-se, aqui, os verbos de ligação!). Afinal, nesse tipo de predicado, o verbo será a parte mais significativa do segmento verbal.

Já, no predicado nominal, em vez do verbo, a parte mais significativa do segmento verbal será o nome (adjetivo). Mas como isso é possível? Simples, simples, simples: nele, o verbo será sempre de ligação, isto é, verbo que, desprovido de significado, simplesmente cumpre a função de ligar um predicativo (adjetivo) ao sujeito (substantivo ou pronome).

Por fim, veremos que poderá ocorrer uma situação híbrida em que teremos dois centros nucleares no predicado: um verbo (verbal) e um nome (nominal). Nesse caso, um verbo (significativo) virá expresso e outro (não significativo: de ligação) estará sempre oculto.

Enfim, nada de bicho de sete cabeças! É só manter a calma, retomar classes gramaticais (sobretudo verbo e adjetivo) e regência (verbal e nominal) e tudo estará resolvido, aprendido e apreendido.

Bom proveito!

Prossigamos na caminhada sequencial, lógica, reflexiva e simples, subindo nossa Escada, degrau a degrau, rumo ao topo.

Já vimos, nas aulas anteriores, as duas funções essenciais da oração: sujeito e predicado.

Nesta aula, de forma simples, reflexiva, clara, exemplificativa e didática, veremos as funções complementares (também chamadas integrantes) da oração: objeto direto, objeto indireto, complemento nominal e agente da passiva.

Primeiramente é bom lembrar que essas funções não são de uso opcional, isto é, elas são exigências, ora de um verbo (complementos verbais: objeto direto e objeto indireto), ora de um nome (complemento nominal), ora, ainda, de uma locução verbal apassivadora do sujeito (agente da passiva). São funções complementares, então, porque seu objetivo é completar o significado frasal.

Pois bem, os verbos transitivos, desprovidos de significação completa, exigem complemento (substantivo ou pronome) a que damos o nome de complemento verbal. Quando esse complemento verbal for regido (exigido) por um verbo transitivo direto, ele virá (normalmente) sem preposição e receberá o nome de objeto direto (ver, na apostila, o objeto direto preposicionado!). Já, quando esse complemento for exigência de um verbo transitivo indireto, ele virá (obrigatoriamente) precedido de preposição e receberá o nome de objeto indireto. Logo, complementos verbais são objeto, direto ou indireto.

Tais quais os verbos, vimos, na regência nominal, que os nomes também podem ser transitivos, ou intransitivos, isto é, substantivos, adjetivos e advérbios ora exigem complemento, ora não o exigem. O complemento exigido por um nome transitivo, em vez de complemento verbal (objeto direto ou indireto) será chamado simplesmente complemento nominal. Afinal, como ele vem sempre acompanhado de preposição, não há por que nomeá-lo de forma suplementar, como ocorre com os verbos.

Por fim, retomando a classificação do sujeito, estudaremos o agente da passiva. Ora, o conceito de sujeito é claro: ser que pratica, ou sofre, ou pratica e sofre a ação expressa pelo verbo. Tal qual em qualquer outro raciocínio, é fácil entender que, nesse conceito, uma figura fica escondida, oculta, na penumbra. Afinal, é possível que alguém sofra, sem que outro alguém o faça sofrer? Evidentemente que não! E como se chamará esse ser que, agindo, fará com que o sujeito seja passivo? Resposta: agente da passiva, é claro!

Logo, como se poderá ver neste vídeo, existem duas funções sintáticas que completam o verbo (objeto direto e objeto indireto), uma que complementa o nome (complemento nominal) e uma que, representando um ser ativo, age sobre o sujeito passivo (agente da passiva).

Bom proveito!

Chegou o grande momento: fecharemos, com esta aula, a análise sintática interna!

Relembrando: já vimos as funções essenciais da oração (sujeito e predicado) e as funções integrantes, ou complementares (objeto direto, objeto indireto, complemento nominal e agente da passiva). Agora, seguindo a mesma trilha, veremos as demais funções.

Prosseguindo, deparamos com as funções acessórias. Como o próprio nome indica, são funções de certa forma secundárias que advêm do artigo, do pronome e do numeral (determinantes do substantivo), do adjetivo (modificador do substantivo) – ADJUNTO ADNOMINAL –  e do advérbio (modificador do verbo, do adjetivo e do próprio advérbio) – ADJUNTO ADVERBIAL. Bastará, pois, aplicar corretamente o aprendizado adquirido no estudo das classes gramaticais, e tudo estará positivamente resolvido. 

Veremos, ainda, nesta aula, as funções independentes: aposto e vocativo. De facílima identificação, elas não se prenderão nem ao segmento que abriga o sujeito, nem ao outro que abriga o verbo, isto é, com a finalidade de esclarecer (aposto) e de chamar (vocativo), ficarão alheias à estrutura nominal e verbal da oração.

Por fim, fechando o conteúdo, estudaremos o predicativo. Função de difícil encaixe na classificação tradicional – essencial, integrante, acessória e independente –, mas de facílima compreensão. Afinal, ela será sempre representada pelo adjetivo. Aliás, vimos, lá na morfologia ainda, que o adjetivo ora aparece colado a seu modificado (substantivo), ora aparece separado dele. Pois bem, junto do substantivo, o adjetivo será adjunto adnominal; separado do substantivo, predicativo.

Como se vê, este é um ótimo e histórico vídeo.

Bom proveito!

Esta aula também é muitíssimo interessante. Conforme vem ocorrendo desde o início de meu Curso Completo do Português Lógico, a partir dela será possível ver, mais uma vez, como a Língua Portuguesa é, de fato, sequencial e lógica. Afinal, a concordância verbal não é outra coisa que não a aplicação, por completo, do estudo do sujeito. Não terá sido por nada, aliás, que o regramento do idioma pátrio foi taxativo: “O verbo concordará sempre com o sujeito”.

Pois bem, o aviso está dado: acaso tenha ficado alguma dúvida no estudo do sujeito, reveja o respectivo vídeo e releia a apostila. 

Mas vamos lá. A partir do fato de que o verbo concordará com o sujeito, será fácil concluir isto: sujeito simples no singular exigirá verbo no singular. Tão lógico quanto essa verdade será também esta: sujeito simples no plural ou sujeito composto exigirão verbo no plural.

Constatadas essas duas evidências, nunca será demais refletir sobre o comportamento do verbo diante do sujeito indeterminado e da oração sem sujeito. No primeiro caso, como foi visto, o sujeito existe, não aparece e eu não sei de quem se trata. Ora, em eu não sabendo de quem se trata, não poderei, por lógico, fazer o verbo concordar. E não concordar significa deixá-lo na terceira pessoa do singular. De igual sorte, não poderei fazer o verbo concordar com um sujeito que sequer existe. Então, quando a oração não tiver sujeito – verbos impessoais –, também terei de deixar o verbo na terceira pessoa do singular.

Por fim, como previno no final do vídeo, mais do que nunca será necessário complementar o assunto com as explicações bem detalhadas da apostila, pois os casos mais simplórios – e comuns até –, tais quais os exercícios de fixação, estão lá.

Bom proveito!

Nesta aula, em que deveríamos estudar a concordância dos nomes (substantivo, adjetivo e advérbio), pois a gramática tradicional nomeou-a como Concordância Nominal, na verdade estudaremos a concordância das classes gramaticais (excluindo apenas o verbo, estudado anteriormente). Nela, então, flexionaremos o substantivo, o artigo, o pronome, o numeral e o adjetivo, deixando inflexionáveis o advérbio, a preposição, a conjunção e a interjeição.

Como se vê, a sequencialidade da Língua Portuguesa mostra-se cada vez mais cristalinamente clara e, por isso mesmo, exige continuidade nos assuntos e retornos constantes aos conteúdos anteriormente estudados. Jogar qualquer conhecimento em “arquivos mortos” poderá representar a própria morte.

Ante essas verdades, deveremos lembrar, também, que cada caso será sempre um caso, pois as classes gramaticais não são seres-defuntos, que permanecem sempre estáticos, mas organismos vivos, que se transformam, andando em todas as direções.

Em minha vida profissional, recordo-me de ter, num sem-número de vezes, professorado isto a meus alunos: “Bonito é adjetivo, pois qualifica um substantivo, e, por isso mesmo, é variável em gênero e número: bonito, bonita, bonitos, bonitas”. Sim, eu já repassei a outras pessoas as mesmas asneiras que figuram, ainda hoje, em livros e que me haviam sido repassadas.

Hoje, entretanto, e depois de muito filosofar, sei que bonito, por exemplo, não é adjetivo, poderá vir a sê-lo; que cantar não é verbo, poderá vir a sê-lo; que não, tanto pode ser advérbio de negação, quanto poderá vir a ser substantivo, adjetivo, interjeição, e por aí afora.

Essa consciência, nova e revolucionária, mudou minha maneira de ver (e amar!) meu idioma e, sem falsa modéstia, transformou-me em um professor especial, diferençado, inovador, admirado, querido.

Espero, pois, que tudo isso contribua também para o aprendizado de outras pessoas, como você, que ora se dispõe a assistir a esse vídeo, facilitando-lhes a compreensão de todos os assuntos linguísticos, mas, especialmente, auxiliando-as no domínio desta aula de Concordância das Classes Gramaticais.

Cabeça aberta, muita atenção e bom proveito!

O vídeo que se segue versará sobre vozes verbais.

Nele, mostraremos que, em Língua Portuguesa, temos três vozes verbais: ativa, passiva e reflexiva.

Ficará claro, pela exposição didaticamente perfeita, que a expressão vozes verbais está intimamente ligada à classificação do sujeito (agente e paciente) e à regência do verbo (transitivo direto).

A voz ativa, por exemplo, ocorrerá quando o sujeito for agente e o verbo for transitivo direto: O menino (sujeito agente) desafiava (verbo transitivo direto) os livros (objeto direto).

Já a voz passiva ocorrerá quando o sujeito for paciente e, ao verbo transitivo direto, associar-se um verbo auxiliar: Os livros (sujeito paciente) eram desafiados (verbo auxiliar + verbo principal) pelo menino (agente da passiva).

Na voz reflexiva, por último, teremos um sujeito agente e, ao mesmo tempo, paciente: O menino (sujeito agente e paciente) machucou-se (verbo transitivo direto + se).

Teremos visto, então, que somente frases com verbos transitivos diretos prestam-se à passagem da voz ativa para a voz passiva, e vice-versa.

Prosseguindo, clarearemos muito bem a classificação da voz passiva em analítica e sintética (ou pronominal). Na primeira, veremos, o verbo transitivo direto (usado no particípio) socorrer-se-á de um verbo auxiliar: O cãozinho foi socorrido (ser, verbo auxiliar; socorrer, verbo transitivo direto) pelo menino; na segunda, o verbo transitivo direto associar-se-á a um pronome pessoal oblíquo: O rapaz feriu-se (ferir, verbo transitivo direto; se, pronome pessoal oblíquo) com um canivete.

Por fim, exemplificaremos, com riqueza incrível de detalhes, a passagem ativa-passiva, passiva-ativa. Rogaremos, então, e mais uma vez, clareza em relação aos verbos transitivos diretos, ao objeto direto, ao sujeito e ao agente da passiva. E, aqui, uma cobrançazinha: como ficou a compreensão desses conteúdos, quando estudados? Esquecer-se de que o Português é lógico e sequencial poderá tornar-se fatal.

Mas essa aula, como se vê, também é ótima! 

Bom proveito!

Nesta aula, prosseguindo no estudo da sintaxe, em Colocação Pronominal, continuaremos, ao mesmo tempo, e também, empregando as classes gramaticais estudadas no módulo número dois.

É mesmo incrível nosso idioma, não é? Planta-se e colhe-se. E se colhe exatamente aquilo que se planta. Aliás, um bom exercício de raciocínio, neste momento, seria este: como foi seu plantio, lá no segundo módulo? Acaso ele não tenha sido muito cuidadoso, retorne a ele e reestude aqueles conteúdos.

No vídeo que se segue você assistirá a uma aula resumida, mas didaticamente muito esclarecedora, sobre a correta colocação dos pronomes oblíquos átonos (me, te, se, o(s), a(s), lhe(s), nos, vos).

Você perceberá que, embora meta muito medo em todas as pessoas, esse assunto também é sequencial, e muito fácil, quando estudado na sequência lógica dos conteúdos linguísticos, isto é, depois de vistos os seus pré-requisitos.

Partindo do princípio de que a posição normal dos pronomes oblíquos átonos é a enclítica, isto é, colocação desses pronomes depois do verbo (ênclise), há motivos que os atraem para o meio (mesóclise) ou para antes (próclise) da expressão verbal.

Num raciocínio simplório e lógico, conclui-se: basta conhecer os casos de próclise e de mesóclise (pronomes proclíticos e mesoclíticos) e, em todos os demais, praticar a ênclise.

Mas vale insistir: de nada adiantará saber, por exemplo, que um pronome relativo atrai o pronome oblíquo átono para antes do verbo, mas não saber identificar, nos casos concretos, os pronomes relativos.

De qualquer sorte, a partir de agora, você assistirá a um ótimo vídeo e, por consequência, terá mais uma ótima aula.

Bom proveito!

Pisando o último degrau gramatical de nossa Escada do Português Lógico – fonemas, letras, sílabas, vocábulos, frases, orações, períodos e parágrafos –, estudaremos, nesta aula, a Pontuação, primeira parte.

Uma pessoa menos avisada poderia até questionar: por que só agora será vista a pontuação? A resposta a lhe ser dada seria tão simples quanto à própria pergunta: porque, para compreendê-la, há que se aplicarem todos os demais conteúdos gramaticais do idioma pátrio. É por isso, aliás, que mais da metade dos erros cometidos durante a escrita de qualquer texto ocorrem justamente por desconhecimento das regras de pontuação.

Pois bem, veremos, nesta primeira parte do assunto, o regramento que disciplina o emprego da vírgula, isto é, os casos em que devemos empregar esse que é o sinal mais tênue da pontuação.

Bastará, para bem compreender a matéria, acompanhar atentamente a exposição de cada caso, associando-a ao respectivo exemplo que será exibido na tela. Ao final da exposição, é claro, será prudentíssimo ir à apostila e complementar as informações com mais exemplos, maior detalhamento e muitos exercícios. Afinal, quando se afirma que mais de 50% dos erros na escrita estão associados a esse assunto, já se dá a medida exata de sua importância.

Será mais uma ótima aula, assista a ela várias vezes, explore bem a apostila e seja uma das pouquíssimas pessoas que não agridem o símbolo pátrio maior por desconhecimento das regras para o correto emprego da vírgula.

Bom proveito!

E chegamos à última aula!

Depois de subirmos sete degraus e, estacionados no oitavo, vermos o regramento para o emprego da vírgula, fecharemos, agora, os conteúdos todos, e o oitavo degrau também, com a exposição sobre o emprego de ponto e vírgula e de dois pontos.

Na abordagem de ponto e vírgula, seremos extremamente didáticos e metódicos, expondo o conteúdo e exemplificando cada um dos três casos em que esse sinal deve ser empregado.

Outra coisa não faremos, entretanto, na exposição das três situações em que o emprego dos dois pontos será obrigatório. Também nesse momento, as explicações, tão didáticas quanto claras e objetivas, serão ilustradas por exemplos também claros, didáticos e objetivos.

Enfim, chegamos ao fim! Foi, sem dúvida, e para todos aqueles que nos acompanharam desde o início, uma longa, mas proveitosíssima, caminhada. Insistindo, desde o início, na tese de que o Português é sequencial, reflexivo, lógico, belo e fácil, fomos trilhando, degrau a degrau, nossa encantadora Escada e, num trilhar cumulativo, pavimentamos um belíssimo caminho, cuidando, a cada instante, para não iniciarmos assunto novo sem, antes, termos visto seus indispensáveis e necessários pré-requisitos.

Sabemos que, dada a possibilidade inicial de aquisição do Curso Completo do Português Lógico por módulo, algumas pessoas optaram por aguardar e, aguardando, adquirir apenas o terceiro deles. Todavia, lamentamos ter de convir que essa não foi uma boa opção. Afinal, e considerada a sequencialidade implacável dos conteúdos, estudar a sintaxe, sem dominar a fonética e a morfologia, é tentativa praticamente inútil.

Agora mesmo, encerrando a sequência gramatical da Língua Portuguesa, na pontuação, socorremo-nos, a todo instante, em conhecimentos anteriores, básicos e indispensáveis.

Assim, e acaso não tenha ficado claro algum, dentre tantos assuntos vistos, retroceda aos módulos anteriores e, neles, construa as bases que o conduzirão a uma colheita farta, produtiva e compensadora.

Bom proveito!

Garantia de

Sete dias de garantia

dias ou seu dinheiro de volta!

Ficou com alguma dúvida sobre o curso?

O Método do Português Lógico, criado pelo professor Ironi Andrade, é uma técnica exclusiva e revolucionária de ensinar, aprender e apreender o idioma pátrio, tudo de forma sequencial, lógica, reflexiva, simples e fácil.

As aulas poderão ser acessadas pelo período de um ano após o recebimento de sua senha, que lhe será enviada tão logo a plataforma identifique o respectivo pagamento.

Sim. Você não precisará deixar o conforto de seu lar a fim de assistir às aulas. Os vídeos a serem disponibilizados foram produzidos por profissionais de larga experiência a fim de garantir dinamismo na exposição, garantia de compreensão de conteúdos e qualidade na exibição de imagens. Tudo isso foi feito para que você, sem o incômodo de deslocamentos, estude onde, como e quando quiser.

Não, não será possível fazer download das aulas, mas você poderá assistir a elas, quando e onde quiser, acessando nossa plataforma exclusiva.

Sim, é possível que você assista às aulas com o uso de qualquer dispositivo móvel.

O pagamento do Curso pode ser feito nas seguintes modalidades:

a)     boleto bancário à vista (o acesso ao Curso é liberado em até três dias úteis); e

b)     cartão de crédito (o acesso ao curso é liberado em até três horas).

Você pode solicitar o cancelamento do Curso até 7 dias depois da liberação do acesso à plataforma.

Nas (pouquíssimas) vezes em que aparece a expressão “vagas limitadas” o objetivo é informar que, para um melhor aprendizado aos alunos, o professor Ironi Andrade limita o número de vendas para poder dar um atendimento mais eficiente a todos os clientes e garantir que a plataforma permaneça estável.

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