Batatinha, quando nasce, esparrama pelo chão?

Muitos dos ditados populares, na medida em que o tempo passa, sofrem alterações verdadeiramente brutais. O uso equivocado, por alguns, induz muitos ao erro.
E os exemplos dessa degenerescência são muitos: “Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão”, transformou-se em “Batatinha, quando nasce, esparrama pelo chão”.
A exemplo disso, “Esse menino não para quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro”, transformou-se em “Esse menino não para quieto, parece que tem bicho carpinteiro”; “Quem tem boca vaia Roma”, transformou-se em “Quem tem boca vai a Roma”; “Esculpido em Carrara”, transformou-se em “Cuspido e escarrado”; e “Quem não tem cão, caça como gato”, transformou-se em “Quem não tem cão, caça com gato”!